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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Batman v Superman trailer final



Confira o ultimo e empolgante trailer de Batman v Superman, agora, se você acha que os últimos trailers já mostraram demais e não quer ver mais detalhes antes de ir ao cinema, então não veja . Mas uma coisa é certa, se tivessem apresentado apenas este trailer já seria o suficiente. Confira abaixo.



Batman vs Superman: A Origem da Justiça estreia em  24 de março de 2016, é uma continuação de Homem de Aço, de 2013, e apresenta a origem da futura Liga da Justiça!


Por: Henrique Lima.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

M.B. Cast: #15 De Volta para o Futuro

Arte de Henrique Lima


Dia 21 de Outubro... E claro que os burros não poderiam deixar de falar sobre a trilogia De Volta para o Futuro. Passamos pelos três filmes, com comentários, teorias conspiratórias e diversas curiosidades sobre a produção dessa obra prima do cinema pop. 



Esquecemos de falar algo? Comentem!!



Críticas? Elogios? Deixe sua opinião aqui na postagem. 

Edição: Guilherme "Rosinha" Ambrózio

Arte da vitrine: Henrique Lima.

Por: Maneira Burra (Equipe).


Participaram deste episódio: 

Caio "Franguinho" Terciotti.

ClaudeVan "Toledo" Rodrigues 

Guilherme "Rosinha" Ambrózio

Guilherme "Barburu" Fernandes

Henrique "Brown" Lima

Isabella Pereira



Comentado no Episódio

Tênis de Marty McFly será lançado pela Nike





Hoverboard (fake) testado por Tony Hawk,


Hoverboard (real) testado por Tony Hawk.


Muleque tarado no final de De Volta para o Futuro III 
(a partir de 2 min e 30 seg),


Cenas de Erick Stoltz como Marty McFly.


Clip "One for Radio" - McFly


Comercial da Nike de 2011, onde Christopher Lloyd 
volta a interpretar Doc Brown


Aparição de Doc Brown na Argentina


Música "Mr Sandman"

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Star Wars: O Despertar da Força trailer final

Hoje  filme mais aguardado do ano pela nerdaiada teve durante o intervalo da NFL seu trailer final exibido, sim estamos falando de Star Wars: O Despertar da Força não há muito o que dizer, apenas que a força está de volta, confira agora.








Star Wars: O Despertar da Força se passará 30 anos após O Retorno de Jedi e chegará aos cinemas em  17 de dezembro de 2015.


A pré-venda de ingressos deve ter início em breve, fique ligado jovem padawan.

Por: Henrique Lima, ansiosamente aguardando está.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Morte ao Futebol Moderno

*Por Guilherme Fernandes

O título é autoexplicativo. Direto, sucinto. Aos poucos, o futebol, trazido às terras tupiniquins por Charles Miller e inicialmente um esporte ligado à elite, vai retomando suas origens e voltando aos braços da mesma. O que vemos hoje nas divisões principais é um futebol que é a cara do menino de condomínio que passou a infância empinando pipa no ventilador, escovando os dentes com Tandy e tomando banho com Johnson’s Baby (que não arde o olhinho).

Ontem, ao ver um vídeo postado na excelente página Cenas Lamentáveis do Facebook, no qual falam sobre o processo de gourmétização de nosso futebol, comecei uma reflexão sobre o assunto, o que me levou a fazer algo que eu não fazia há um bom tempo: parei pra assistir a uma partida da seleção brasileira (vitória justa do Chile por 2x0). Tudo isso me levou a escrever o presente textão:



A degradação a passos largos do futebol tupiniquim é uma problemática que passa por diversos fatores: empresários, cartolas, nossa nojenta imprensa esportiva - cujo processo de decadência teve início com o ridículo Tiago Leifert, que largou o ramo do esporte mas continua dando o ar da desgraça na narração do FIFA, juntamente com seu fiel puxa-saco Caio Ribeiro, medíocre como comentarista assim como foi medíocre como jogador - e, claro, a própria torcida!

Mas do torcedor atual, vou deixar para falar depois. Primeiro, falemos do futebol dentro das quatro linhas:


Tiago Leifert e Caio Ribeiro, não necessariamente nessa ordem


A tal seleção reflete bem isso: claramente escalada por empresários, com conivência da Confereração. Qual outra explicação para a escalação de bagres como Daniel Alves, David Luiz, Oscar, William, Douglas Costa, HULK? E aquele Luiz Gustavo? Ele é a personificação do 7 a 1. O Dunga não é burro, e jogou exatamente nessa posição de cabeça-de-área, foi um “cincão” brucutu clássico, que chegava junto do adversário. Um bom primeiro volante, que imponha respeito, é fundamental para que uma defesa funcione. Não é possível que o técnico confie  em uma pereba feito esse Luiz Gustavo para essa função. E com certeza ele sabe também que Gil, Renato Augusto, Lucas Lima e tantos outros são muito melhores que essas tranqueiras que não saem da seleção.

Com Felipe Melo, detonado pela maldita imprensa esportiva por causa de UM lance infeliz na Copa do Mundo de 2010, a seleção JAMAIS levaria 7 gols numa única partida. Jamais.




Mas enfim. Só usei a seleção como exemplo pra ilustrar a atual situação do nosso futebol. Eu definitivamente não me importo com a seleção brasileira desde a derrota para a França do Zidane em 1998. Mas essa Geração Sete a Um está diretamente ligada a outro problema muito sério: as tais Arenas.

Como alguns já sabem, sou Corintiano. Meu time é um dos que agora jogam em um estádio moderno, e tem um retrospecto incrível jogando em sua Arena. Restrospecto semelhante ao que tinha jogando na querida Fazendinha, que poderia perfeitamente ser ampliada para receber a Fiel Torcida.
Adorava ir ao Pacaembu. Comprar latão de Skol na fila, comer espetinho, sentar na arquibancada de concreto... Tenho saudade até de ficar de três a quatro horas na fila da bilheteria, ou de ficar na arquibancada descoberta enfrentando chuvas tão violentas que mal me permitiam enxergar o campo. Sinto falta também da barbárie poética que era ver um cambista safado tomar uma surra de torcedores exaltados e ser jogado de cima do morro que cerca a entrada do estádio.

Hoje tenho que acompanhar tudo pela televisão. Com ingressos que passam dos 100 reais, e uma torcida que assiste SENTADA às pelejas (e só falta agredir quem se levanta da cadeira numerada), me resta ficar no sofá e lamentar quando as câmeras apontam para a torcida e vemos que não há um só desdentado, não há um único senhor de idade com seu radinho de pilha nos ouvidos.



Eu definitivamente não pretendo procriar. Mas fico triste de pensar que, se eu tivesse essa vontade, minha filha ou meu filho não passariam pelo aperto de ter que acampar na bilheteria do Bruno Daniel para comprar um ingresso de papel e guardá-lo depois da partida. Não sentiriam o cheiro do cigarrinho do capeta em meio às arquibancadas de concreto, nem comprariam 3 cervejas por R$ 10 na fila, ou um espetinho de gato.

Acredito que em breve a última rodada do Brasileirão vai ser como o Superbowl, com show da Beyoncé no intervalo e tudo mais. A mim, restarão apenas as lembranças de ver meu time ser campeão da América do alto daquele tobogã abarrotado. Assistir esporadicamente a partidas de times de menor expressão no interior do SP, ou no Nordeste - últimos redutos morais do futebol brasileiro.

Enquanto, claro, sinto desgosto e vejo o futebol morrer um pouco mais cada vez que vejo alguma criança desfilando com camisas do Paris Saint-Germain e do Manchester City...

Que coisa deprimente


Por Guilherme Fernandes, corintiano, maloqueiro e sofredor.
_"Meu Chelsea" é o caralho! Vai se foder, Tiago Leifert.


Momento Curta: A FUGA


Em 50 A.C. no antigo Egito, o exército romano está conduzindo seu mais recentes prisioneiros de guerra pelo deserto, inconformado um menino consegue fugir de seus captores, até que... Confira o curta na integra abaixo.


A FUGA- The Scape-HD from ENTRETODOS6 on Vimeo.

Essa excelente animação produzida pelo animador brasileiro Douglas Alves Ferreira que já foi exibida esse ano no festival Animaldiçoados que reuniu diversos filmes de animação brasileiros e estrangeiros de terror, horror, suspense e outros gêneros dedicados ao público adulto,  agora está em exibição no festival de curtas de direitos humanos Entretodos  que conta com exibições em cinemas, CEUs, escolas públicas, cine -clubes e muito mais. Além de assistir  o publico pode votar nos melhores curtas.

Por: Henrique Lima, que recomenda.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

M.B. Cast: #14 Tv Cultura




Demorou, mas voltou!!!

Está no ar mais um M.B Cast!! Aproveitando a petição sobre a manutenção da TV Cultura no ar, os burros comentam um pouco sobre a história da TV Cultura e sobre os programas mais nostálgicos dessa rede de tv que formou o caráter desses burros.

Esquecemos algum programa? Comente ai quais os programas esquecidos e quais seus programas prediletos.


Críticas? Elogios? Comentem aqui na postagem. 

Edição: Guilherme "Bandeirante" Fernandes.

Arte da vitrine: Henrique Lima.

Por: Maneira Burra (Equipe).


Participaram deste episódio: 

Caio Terciotti.

ClaudeVan "Damme" Rodrigues 

Guilherme "Bandeirante" Fernandes

Henrique "Matuza" Lima

Isabella Pereira

Produção
Guilherme "Anão de Ressaca" Ambrózio. 


Comentado no programa



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

História e Literatura sim.

 
Pintura de João Beja.



 Cansei de explicar que não curso letras. "Mas porque sua monografia é sobre literatura e Fernando Pessoa?". Ora, porque literatura é história, e cada escola literária é um reflexo dos acontecimentos do seu próprio tempo. Por isso, como futuro historiador (olha que chiqueza) eu tenho o direito e dever de estudar qualquer grande ou pequeno acontecimento histórico. Claro, que dentro das medidas possíveis para meu mediano nível intelectual e experiência. E também porque eu sempre fui louco por literatura. Leio e interpreto poemas desde que me conheço por gente, por influência de minha mãe, amante de livros e professora de português. Ah, mas não é tão fácil assim, não é? Gostar não é tudo, é necessário enfrentar provação social. Ser o adolescente que gostava de Renascimento e 3ª geração Modernista e não se importava com o último álbum lançado pela banda X, não é algo muito interessante. Bem como acreditarem que sua afinidade com poemas lhe transformam em alguém fraco e automaticamente emotivo, e pior, como se isso fosse ruim.
  Seguindo essa linha de raciocínio, eu venho tentando compreender a importância do poeta português Fernando Pessoa. Definido como modernista, mas sempre a frente do seu tempo, Pessoa, se tornou um ícone literário pela genialidade de suas poesias, e pela criação dos heterônimos: Ricardo Reis (estoico árcade), Alvaro de Campos (Engenheiro influenciado pelo futurismo) e Alberto Caeiro (mestre dos outros dois e do próprio Fernando Pessoa). O que fez do pai da heteronimia conhecido em sua época foi a criação da Orpheu; revista modernista que deu as diretrizes para movimento vanguardista na Península Ibérica, e Brasil. Lembram agora quem é o rapaz? Vamos prosseguir.
  Dentro do mundo acadêmico, como muitos já devem ter notado antes de mim, existe uma enorme segregação de temas e assuntos designados a cursos específicos. No meu caso, por exemplo, nem sempre a ideia de um tema destinado teoricamente a Letras foi bem aceito entre profissionais e estudantes da cadeira de história. Ao mesmo tempo que professores me encorajavam, outros não se mostravam dispostos a trabalhar com algo ficcional como fonte documental. Assim, aproveito pra agradecer desde já aqueles que me apoiaram. 
Stencil de Jef Aerosol.
  O fato é que o mundo acadêmico é pretensioso, arrogante e vive uma eterna briga de egos entre nossos cursos, faculdades, e até entre professores (Doutores e mestres) e alunos. Neste último embate, professores possuem um grande acúmulo intelectual devidamente conquistado pelos anos de experiencia e dedicação, o problema é a auto insinuação de semideuses que alguns invocam pra si mesmos, e que transmitem a alunos deslumbrados. Já alguns estudantes esquecem-se que existe, na maioria dos casos, uma grande diferença na experiência de seus mestres e de suas próprias. Por Deus, estamos na universidade, não seria eu a dizer que devemos aceitar qualquer posição sem nenhum questionamento, afinal metade de nosso aprendizado no ensino superior está além da sala de aula. Mas convém diminuir sua própria prepotência e reconhecer que você não nasceu sabendo tudo. 
 Pois bem, dentro dessas birras diversas, não é fácil ser um historiador que lerá mais Fernando Pessoa e Antonio Cândido, do que Hobsbawn e Marc Bloch. Claro que o entendimento de uma época e sociedade, depende e muito das leituras e domínio das mesmas que você vai possuir. Sua bibliografia historiográfica será essencial, mas mesmo estes, estão aquém das expectativas dos grandes pesquisadores dos movimentos sociais. "Porque pesquisar arte não é exatamente entender o mundo, pesquisar arte é entender determinados mundos em volta da arte", pensa o tradicionalista. Mas eu não consigo diminuir Nicolau Sevcenko, grande historiador cultural brasileiro que escreveu "Literatura Como Missão" (maravilhoso olhar a cerca das obras de Lima Barreto e Euclides da Cunha na virada do século XIX e XX), e ainda fez uma maravilhosa tradução de "Alice no País das Maravilhas" de Lewis Carrol. E muitos mestres seriam devidamente mal falados se o fizessem, porém, no fundo eles acreditam que o prestigio de historiador social é maior que o olhar de Sevcenko sobre a primeira republica. 
  Portanto, onde está essa liberdade de pensamento e questionamento que tanto nos infligem no campo universitário? Até onde as ciência humanas são, realmente, tão livres e conscientes de sua posição social? Seremos nós aqueles em princípios da Revolução Francesa que guilhotinavam, e terminavam guilhotinados?

Por Caio Terciotti - Peguem leve, faz tempo que não escrevo.

"Sempre com vontade de mijar!"